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domingo, 4 de setembro de 2011

Fonte: Google.


Eu sei que sim!

Perguntei a uma amiga, sobre suas palavras, textos e pensamentos.

As palavras dela, que descreviam sentimentos, sensações e pesares.

Havia um pesar no olhar, um triste pesar no olhar.

Conversamos muito, muito pouco tempo para muito assunto. Sei como é não ter palavras para descrever algo. Seja pela correria do dia a dia ou pelos ombros cansados e os joelhos calejados e já sem forças.

Palavras se tornam desnecessárias para descrever o que quer que seja, quando um abraço explicaria com perfeição.

Palavras se tornam desnecessárias para descrever o que uma boa conversa significa. Dá para entender?!

Mesmos sem muito dizer, conversamos. Mesmo sem dizer, sei que as palavras e pensamentos voltarão. Eu sei que sim!

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Fonte: Google.

A Paz!

O que é a paz, se não, um estado de graça.

Uma graça tão distante e tão perto ao mesmo tempo.

E não tem graça, viver uma vida, sem ser vivida.

Diga-me então, que graça tem uma paz forjada!?

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Fonte: Google.

O caminho, O ninho ou O passarinho!

Diga-me qualquer coisa sobre você. Qualquer coisa, apenas, você.

Uma única coisa sobre você e sobre o que se passa. Se passa ou não.

Essa esperança que insisto em sustentar por um fio muito fino e frágil.

Fale-me dessa sua fé, já que a minha nem sei onde está! Ela já não me liga e nem dá notícias. Quando liga, liga a cobrar e cai a linha.

Deixa-me saber, o que pensa. Deixa eu pensar um pouco, sou o monstro ?

Minha cabeça não desliga, quero que me diga, o caminho, o ninho ou o passarinho que irá me guiar.

sábado, 21 de maio de 2011

Fonte: Google.


Hoje sou.

Sou uma cópia mal feita do que eu gostaria de ser.

Sou o conselho a não ser ouvido. O exemplo que não deve ser seguido.

O avesso do que se vê no espelho.

Hoje me vejo assim, inútil a qualquer conselho. Inerte, sem esboçar nenhum esforço.

Estou sempre cometendo o mesmo erro.

Meu erro é o meu sentimento.

Não há qualquer senso crítico, tudo o que eu tinha como “certo”, é agora mero detalhe.

Detalhes são varridos para debaixo do tapete, junto com o orgulho e todas as feridas abertas.

Não há nada que impeça, de novamente, estar aqui.

domingo, 17 de abril de 2011

Fonte: Google.

Não Adianta...

Reclamação, sem mudança.

Indignação, sem luta.

Choro, sem lágrimas.

Insistência, sem querer.

Vida, sem viver.

Olhar, sem ver.

Desculpa, sem sinceridade.

Sucesso, sem humildade.

Experiência, sem idade.

Planos, sem objetivos.

Amigos, sem ouvidos.

Inimigos, sem motivos.

Voz alta, sem razão.

Guerra, sem causa.

Beijo, sem paixão.

Saudade, sem a volta.

Abraço, sem tremores.

Amores, sem dissabores.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Fonte: Google.

Muitas de mim!

Já chorei muito em frente ao espelho.

A dor é maior do que eu mesma e se torna tão pequena quando profiro um soco contra a parede.

Chorei de raiva, raiva de mim mesma.

Já fiz pose no espelho, me vi a mais bela das mulheres, me amei e me odiei, em uma fração de segundos.

Caras e bocas e não sei até agora, se sou mulher ou menina.

Já ensaiei um diálogo, uma briga, uma entrada triunfal e na hora, gaguejei, chorei e tropecei.

Olhei-me no espelho e não me reconheci. Não pude me definir.

Jurei amores e provei dissabores, jurei não beber mais dessa água e por fim, me afoguei.

domingo, 27 de março de 2011

Fonte: google.

Mudar: A palavra da vez!.

Desejo de mudar, não é mudança de fato.

Com um pé no desespero e o outro também. Tento fugir do tédio e do mundo!

A ira me consome e preciso me controlar. As pessoas a minha volta não entendem e não percebem. Eu preciso sair daqui.

Desejo de mudar, mudar de lugar, esse lugar comum que me acorrenta.

Ao tentar mudar, percebo que a principal mudança está em mim.

Há urgência nesta mudança, e “quebrar alguns ovos será necessário”.

É preciso tomar algumas decisões, é preciso mudar o eixo de translação.

Próximo passo: Mudar!