Powered By Blogger

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011


Meus vinte e poucos anos!

É mais um ano que se foi.

Tudo passou tão rápido e caprichosamente intenso.

Amigos, experiências e experiências.

Estive junto com quem deveria estar, passaram por mim, muitas pessoas e as que permaneceram são exatamente as que precisavam permanecer!

Aconteceu tudo, o que de fato, deveria ter acontecido.

Arrependo-me do que não fiz, mas agora não é hora e nem o momento de arrependimentos.

Olho com saudade, os altos e baixos que a vida me deu, em um texto batido por aí.

Constato algumas verdades.

Não quero e não faço nada forçadamente, ligação não recebida é ligação nunca feita. Um abraço não dado virou desejo no passado e um beijo não roubado é a eterna história de um velho passado.

by Angelica Calsolari.

domingo, 27 de fevereiro de 2011


Fuga.

Em um vazio paralelo ao que sinto,

Há algo que não se decifra.

Um vão, uma lacuna que tento desesperadamente tornar racional.

É tudo tão louco, tão lúcido e tão insano.

Há algo muito maior do que se possa controlar. Essa fuga é tão chamativa, tão tentadora e tão atraente. É também perigosa, alheia a qualquer tipo de lógica.

Encontro nesta fuga, pensamentos que acalmam e que alucinam. Num louco vai e vem, um flash de lucidez. Pronto! De volta à realidade.

by Angelica Calsolari.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Questionamentos.

Olhar. Culpa ou medo?!
Olha a vida. Vivida ou em espera?!
Olha a atitude. Feita ou em falta?!
Olha! Amigos ou inimigos?!
Olha lá atrás! Glória ou Arrependimento?!
Olhe o futuro. Esperança ou fruto?!
Olha no olho. Beijo ou o abraço?!
Olha ali! Verdade ou a mentira?!
Olha aqui! O que você quer da vida?!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Fonte: Google.


Pagina em Branco.
Em frente a uma tela de computador, mente não pára.
Massagem na nuca, estalos os dedos, fecho os olhos e respiro fundo, mas tudo continua lá. Pensamentos acelerados num labirinto sem saída.
No relógio, as horas passam e o pensamento voa, numa velocidade alucinante.
Calma, há uma decisão a ser tomada.
Inquietação, medo e dúvida. Desejo, vontade e incerteza.
Abro uma pagina em branco do word, é lá que tento organizar as idéias.
É aqui, que sem sucesso, tento me encontrar.

sábado, 13 de novembro de 2010






Verdades.


Verdades não me convencem mais.

Verdades que amanhã, já não existirão mais,

Respostas prontas e pronto!. Já mudaram a pergunta.

A verdade absoluta de cada um se tornou absurda, muda e burra.

A sabedoria se torna obsoleta, até que ponto?

Até que no dia seguinte, “plin!”, tenho uma nova verdade, bem aqui.
By Angelica Calsolari

domingo, 26 de setembro de 2010




Ser e Ter.

Como é possível, em um momento termos, e noutro já nos falta!
Estamos longe, querendo estar perto e não nos é permitido.
Como é possível, saber da lei da vida, que ela é inevitável e mesmo assim, tentamos burlá-la.
Queremos nascer novamente, voltar no tempo, queremos nos tornar seres humanos biônicos, esticados, siliconados e retos.
Meros mortais no desejo de serem eternizados, não através dos atos, mas pelos carros, casas e caras esticadas.
O SER se torna nada perto do que se pode TER.
A importância disso, desse TER que caçamos incessantemente, cai por terra no exato momento em que perdemos a pessoa mais importante da nossa vida.
É o momento em que nos arrependemos de cada palavra de carinho que não dissemos, do sorriso que não oferecemos, do telefonema que não fizemos, do beijo que não sentimos e do abraço que não foi dado.
A morte é o único despertador capaz de nos libertar dessa fissura chamada rotina.
A perda é a única palmada que nos corrige, nos coloca na linha e nos faz perceber que o tempo passa muito rápido.
A saudade é a única herança que levamos conosco, de pessoas que aprendemos a amar e que por um capricho divino, nos deixam, fazendo-se cumprir um ciclo, uma missão ou um ensinamento.
E no final da estória, aprendemos que o nosso TER são as pessoas que passam por nossas vidas e que sem elas, não há como SER.
Hoje, desejamos tê-las, com rugas ou não, queremos apenas, voltar no tempo, só para ter a pessoa que amamos de volta. Volta!
(Texto escrito em sentimento à uma amiga que perdeu hoje uma pessoa muito importante)

segunda-feira, 13 de setembro de 2010


Ele era só meu!

Não é justo invadir assim, um sonho meu.

Bom e você dava o tom, tudo ficaria bem.

Escutei: volta!, vamos em paz ficar?

Era só meu, era só meu.

Abraço forte, tudo tão calmo, tudo tão nosso.

Agitada, abalada, acordei, era tudo verdade?

A sensação do abraço ainda presente, você também sente, Que não é justo?

Naquela manhã, te ver passar. Um “Oi” , só para saciar a necessidade de estar, perto, mesmo longe.

Bem me quer ou não, sentir ou pensar, eu desejava te ver passar.

Nó na garganta e achei que fácil fosse, mas das emoções e lágrimas,
não tenho mais controle.


Saltam aos olhos, algo emergencial e necessário.

O que fez comigo em sonho ou acordada eu estava?

Mas não, não é justo, invadir assim um sonho. Ele era só meu.


(Texto escrito há muito tempo atrás)