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domingo, 17 de abril de 2011

Fonte: Google.

Não Adianta...

Reclamação, sem mudança.

Indignação, sem luta.

Choro, sem lágrimas.

Insistência, sem querer.

Vida, sem viver.

Olhar, sem ver.

Desculpa, sem sinceridade.

Sucesso, sem humildade.

Experiência, sem idade.

Planos, sem objetivos.

Amigos, sem ouvidos.

Inimigos, sem motivos.

Voz alta, sem razão.

Guerra, sem causa.

Beijo, sem paixão.

Saudade, sem a volta.

Abraço, sem tremores.

Amores, sem dissabores.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Fonte: Google.

Muitas de mim!

Já chorei muito em frente ao espelho.

A dor é maior do que eu mesma e se torna tão pequena quando profiro um soco contra a parede.

Chorei de raiva, raiva de mim mesma.

Já fiz pose no espelho, me vi a mais bela das mulheres, me amei e me odiei, em uma fração de segundos.

Caras e bocas e não sei até agora, se sou mulher ou menina.

Já ensaiei um diálogo, uma briga, uma entrada triunfal e na hora, gaguejei, chorei e tropecei.

Olhei-me no espelho e não me reconheci. Não pude me definir.

Jurei amores e provei dissabores, jurei não beber mais dessa água e por fim, me afoguei.

domingo, 27 de março de 2011

Fonte: google.

Mudar: A palavra da vez!.

Desejo de mudar, não é mudança de fato.

Com um pé no desespero e o outro também. Tento fugir do tédio e do mundo!

A ira me consome e preciso me controlar. As pessoas a minha volta não entendem e não percebem. Eu preciso sair daqui.

Desejo de mudar, mudar de lugar, esse lugar comum que me acorrenta.

Ao tentar mudar, percebo que a principal mudança está em mim.

Há urgência nesta mudança, e “quebrar alguns ovos será necessário”.

É preciso tomar algumas decisões, é preciso mudar o eixo de translação.

Próximo passo: Mudar!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Fonte: Google.


Conflitos, questionamentos e nada de conclusões.

Ah! A ignorância é realmente uma benção.

Bem dizia um professor meu, que depois daquela aula, nós nunca mais seriamos os mesmos.

Não apenas essa aula, mas lembro que foi a partir dela que os conflitos realmente começaram.

Questionamentos e mais questionamentos, e nunca mais minha vida voltou ao normal.

A paz que o conformismo traz, chega a ser tentadora. O “morno” é tão convidativo e tão sedutor. Sem questionamentos, sem inconformismo e ausência total de indignação.

Essa inércia dá medo, a alienação me causa calafrios. Não ter vida própria chega ser o princípio do purgatório.

Aprendi a abrir o pote de conservas e isso parece que causa pavor nas pessoas. Querer ter o controle da sua própria vida e o fato de você querer sempre mais, acaba nos tornando prisioneiros de uma cela invisível e solitária aos olhos leigos.

O conhecimento nos torna reféns de nossos próprios questionamentos. É uma constante briga, nos libertamos e nos prendemos o tempo todo. Novas cobranças e incessantes brainstorms.

A lógica é sempre maior do que nós mesmos. A fé chega a ser obsoleta, ultrapassada e fora de moda.

Tenho consciência de que a vida nunca mais será a mesma. E agora?

Essa tão sonhada maré branda, da qual um dia eu me libertei, é definitivamente uma paz que eu não quero ter!

Conflitos, questionamentos e nada de conclusões.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011


Meus vinte e poucos anos!

É mais um ano que se foi.

Tudo passou tão rápido e caprichosamente intenso.

Amigos, experiências e experiências.

Estive junto com quem deveria estar, passaram por mim, muitas pessoas e as que permaneceram são exatamente as que precisavam permanecer!

Aconteceu tudo, o que de fato, deveria ter acontecido.

Arrependo-me do que não fiz, mas agora não é hora e nem o momento de arrependimentos.

Olho com saudade, os altos e baixos que a vida me deu, em um texto batido por aí.

Constato algumas verdades.

Não quero e não faço nada forçadamente, ligação não recebida é ligação nunca feita. Um abraço não dado virou desejo no passado e um beijo não roubado é a eterna história de um velho passado.

by Angelica Calsolari.

domingo, 27 de fevereiro de 2011


Fuga.

Em um vazio paralelo ao que sinto,

Há algo que não se decifra.

Um vão, uma lacuna que tento desesperadamente tornar racional.

É tudo tão louco, tão lúcido e tão insano.

Há algo muito maior do que se possa controlar. Essa fuga é tão chamativa, tão tentadora e tão atraente. É também perigosa, alheia a qualquer tipo de lógica.

Encontro nesta fuga, pensamentos que acalmam e que alucinam. Num louco vai e vem, um flash de lucidez. Pronto! De volta à realidade.

by Angelica Calsolari.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Questionamentos.

Olhar. Culpa ou medo?!
Olha a vida. Vivida ou em espera?!
Olha a atitude. Feita ou em falta?!
Olha! Amigos ou inimigos?!
Olha lá atrás! Glória ou Arrependimento?!
Olhe o futuro. Esperança ou fruto?!
Olha no olho. Beijo ou o abraço?!
Olha ali! Verdade ou a mentira?!
Olha aqui! O que você quer da vida?!