Coisas que penso, que penso em dizer, que penso que disse e acabei esquecendo! Definir??! Estou tentando! Estou quase na "Ponte Metálica".
quarta-feira, 18 de março de 2015
Saudade Divina
quinta-feira, 6 de março de 2014
Mural.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Fonte: Google.
Um balanço, 2012 realmente merece saber.
Vivi, sonhei, deixei, retomei, refiz, fiz, achei que fiz e não fiz.
Amigos e amigos, um capitulo a parte neste ano. Amo-os.
Amei, gostei, odiei e depois amei novamente. Rolou e não rolou.
Levantei pela manhã, caí e levantei novamente. Quebrei e me quebraram, um coração todo bagunçado.
Arrumei e desarrumei. Engordei e emagreci, em resumo dessa luta, tentei abotoar e desabotoei. Ri.
Achei e esqueci o que tinha achado. Lembrei depois do que tinha ficado no carro.
Sorri e chorei. Como nunca acreditei ser possível. Perdas e danos, apenas o tempo será possível reparar. Eu espero. Gargalhei até sentir dores do abdômen, senti dores que demoraram passar.
Trabalhei, lutei e comprei. Gastei muito, até o que não deveria e agora, devo!
Adeus ônibus, olá carrinho. Tenho uma bíblia de 60 paginas repleta de códigos de barras agora.
Olá ano novo, adeus ano velho. O mais do mesmo e o novo refeito e reciclado.
Um balanço de 2012?! Refazer, reviver e viver o novo. Que venha 2012.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Minhas Muitas Familias.
Adoro minha família, todas elas.
Como assim?!
O destino me colocou em uma família, com suas belezas, tristezas, perfeições e imperfeições. Ela é linda!
Estão sempre do meu lado, os que precisam estar e isso é o mais importante.
A família que formamos ao longo da vida, os que nem conheço e os que muito pouco vejo. Há ainda, aqueles que só encontro, em festas de casamentos.
E tem a família que a vida me permitiu escolher.
Amigos que se foram e os que ainda virão, os amigos dos amigos, que agora, são meus mais novos amigos!
Amigos de escola que há tempos não vejo e os que hoje, são mais amigos do que antes.
Amigos que se tornam irmãos, a família que a vida colocou ao meu lado.
Amigos que se tornam compadres e comadres.
Viu só?! Tenho muitas famílias e sou imensamente feliz por isto.
domingo, 4 de setembro de 2011

Perguntei a uma amiga, sobre suas palavras, textos e pensamentos.
As palavras dela, que descreviam sentimentos, sensações e pesares.
Havia um pesar no olhar, um triste pesar no olhar.
Conversamos muito, muito pouco tempo para muito assunto. Sei como é não ter palavras para descrever algo. Seja pela correria do dia a dia ou pelos ombros cansados e os joelhos calejados e já sem forças.
Palavras se tornam desnecessárias para descrever o que quer que seja, quando um abraço explicaria com perfeição.
Palavras se tornam desnecessárias para descrever o que uma boa conversa significa. Dá para entender?!
Mesmos sem muito dizer, conversamos. Mesmo sem dizer, sei que as palavras e pensamentos voltarão. Eu sei que sim!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011

Diga-me qualquer coisa sobre você. Qualquer coisa, apenas, você.
Uma única coisa sobre você e sobre o que se passa. Se passa ou não.
Essa esperança que insisto em sustentar por um fio muito fino e frágil.
Fale-me dessa sua fé, já que a minha nem sei onde está! Ela já não me liga e nem dá notícias. Quando liga, liga a cobrar e cai a linha.
Deixa-me saber, o que pensa. Deixa eu pensar um pouco, sou o monstro ?
Minha cabeça não desliga, quero que me diga, o caminho, o ninho ou o passarinho que irá me guiar.
sábado, 21 de maio de 2011

Hoje sou.
Sou uma cópia mal feita do que eu gostaria de ser.
Sou o conselho a não ser ouvido. O exemplo que não deve ser seguido.
O avesso do que se vê no espelho.
Hoje me vejo assim, inútil a qualquer conselho. Inerte, sem esboçar nenhum esforço.
Estou sempre cometendo o mesmo erro.
Meu erro é o meu sentimento.
Não há qualquer senso crítico, tudo o que eu tinha como “certo”, é agora mero detalhe.
Detalhes são varridos para debaixo do tapete, junto com o orgulho e todas as feridas abertas.
Não há nada que impeça, de novamente, estar aqui.
domingo, 17 de abril de 2011

Não Adianta...
Reclamação, sem mudança.
Indignação, sem luta.
Choro, sem lágrimas.
Insistência, sem querer.
Vida, sem viver.
Olhar, sem ver.
Desculpa, sem sinceridade.
Sucesso, sem humildade.
Experiência, sem idade.
Planos, sem objetivos.
Amigos, sem ouvidos.
Inimigos, sem motivos.
Voz alta, sem razão.
Guerra, sem causa.
Beijo, sem paixão.
Saudade, sem a volta.
Abraço, sem tremores.
Amores, sem dissabores.
segunda-feira, 28 de março de 2011

Muitas de mim!
Já chorei muito em frente ao espelho.
A dor é maior do que eu mesma e se torna tão pequena quando profiro um soco contra a parede.
Chorei de raiva, raiva de mim mesma.
Já fiz pose no espelho, me vi a mais bela das mulheres, me amei e me odiei, em uma fração de segundos.
Caras e bocas e não sei até agora, se sou mulher ou menina.
Já ensaiei um diálogo, uma briga, uma entrada triunfal e na hora, gaguejei, chorei e tropecei.
Olhei-me no espelho e não me reconheci. Não pude me definir.
Jurei amores e provei dissabores, jurei não beber mais dessa água e por fim, me afoguei.
domingo, 27 de março de 2011

Mudar: A palavra da vez!.
Desejo de mudar, não é mudança de fato.
Com um pé no desespero e o outro também. Tento fugir do tédio e do mundo!
A ira me consome e preciso me controlar. As pessoas a minha volta não entendem e não percebem. Eu preciso sair daqui.
Desejo de mudar, mudar de lugar, esse lugar comum que me acorrenta.
Ao tentar mudar, percebo que a principal mudança está em mim.
Há urgência nesta mudança, e “quebrar alguns ovos será necessário”.
É preciso tomar algumas decisões, é preciso mudar o eixo de translação.
Próximo passo: Mudar!
segunda-feira, 21 de março de 2011

Conflitos, questionamentos e nada de conclusões.
Ah! A ignorância é realmente uma benção.
Bem dizia um professor meu, que depois daquela aula, nós nunca mais seriamos os mesmos.
Não apenas essa aula, mas lembro que foi a partir dela que os conflitos realmente começaram.
Questionamentos e mais questionamentos, e nunca mais minha vida voltou ao normal.
A paz que o conformismo traz, chega a ser tentadora. O “morno” é tão convidativo e tão sedutor. Sem questionamentos, sem inconformismo e ausência total de indignação.
Essa inércia dá medo, a alienação me causa calafrios. Não ter vida própria chega ser o princípio do purgatório.
Aprendi a abrir o pote de conservas e isso parece que causa pavor nas pessoas. Querer ter o controle da sua própria vida e o fato de você querer sempre mais, acaba nos tornando prisioneiros de uma cela invisível e solitária aos olhos leigos.
O conhecimento nos torna reféns de nossos próprios questionamentos. É uma constante briga, nos libertamos e nos prendemos o tempo todo. Novas cobranças e incessantes brainstorms.
A lógica é sempre maior do que nós mesmos. A fé chega a ser obsoleta, ultrapassada e fora de moda.
Tenho consciência de que a vida nunca mais será a mesma. E agora?
Essa tão sonhada maré branda, da qual um dia eu me libertei, é definitivamente uma paz que eu não quero ter!
Conflitos, questionamentos e nada de conclusões.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

É mais um ano que se foi.
Tudo passou tão rápido e caprichosamente intenso.
Amigos, experiências e experiências.
Estive junto com quem deveria estar, passaram por mim, muitas pessoas e as que permaneceram são exatamente as que precisavam permanecer!
Aconteceu tudo, o que de fato, deveria ter acontecido.
Arrependo-me do que não fiz, mas agora não é hora e nem o momento de arrependimentos.
Olho com saudade, os altos e baixos que a vida me deu, em um texto batido por aí.
Constato algumas verdades.
Não quero e não faço nada forçadamente, ligação não recebida é ligação nunca feita. Um abraço não dado virou desejo no passado e um beijo não roubado é a eterna história de um velho passado.
by Angelica Calsolari.
domingo, 27 de fevereiro de 2011

Em um vazio paralelo ao que sinto,
Há algo que não se decifra.
Um vão, uma lacuna que tento desesperadamente tornar racional.
É tudo tão louco, tão lúcido e tão insano.
Há algo muito maior do que se possa controlar. Essa fuga é tão chamativa, tão tentadora e tão atraente. É também perigosa, alheia a qualquer tipo de lógica.
Encontro nesta fuga, pensamentos que acalmam e que alucinam. Num louco vai e vem, um flash de lucidez. Pronto! De volta à realidade.
by Angelica Calsolari.
sábado, 22 de janeiro de 2011

Olhar. Culpa ou medo?!
Olha a vida. Vivida ou em espera?!
Olha a atitude. Feita ou em falta?!
Olha! Amigos ou inimigos?!
Olha lá atrás! Glória ou Arrependimento?!
Olhe o futuro. Esperança ou fruto?!
Olha no olho. Beijo ou o abraço?!
Olha ali! Verdade ou a mentira?!
Olha aqui! O que você quer da vida?!
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Massagem na nuca, estalos os dedos, fecho os olhos e respiro fundo, mas tudo continua lá. Pensamentos acelerados num labirinto sem saída.
No relógio, as horas passam e o pensamento voa, numa velocidade alucinante.
Calma, há uma decisão a ser tomada.
Inquietação, medo e dúvida. Desejo, vontade e incerteza.
Abro uma pagina em branco do word, é lá que tento organizar as idéias.
É aqui, que sem sucesso, tento me encontrar.
sábado, 13 de novembro de 2010
Verdades.
Verdades não me convencem mais.
Verdades que amanhã, já não existirão mais,
Respostas prontas e pronto!. Já mudaram a pergunta.
A verdade absoluta de cada um se tornou absurda, muda e burra.
A sabedoria se torna obsoleta, até que ponto?
Até que no dia seguinte, “plin!”, tenho uma nova verdade, bem aqui.
domingo, 26 de setembro de 2010

Estamos longe, querendo estar perto e não nos é permitido.
Como é possível, saber da lei da vida, que ela é inevitável e mesmo assim, tentamos burlá-la.
Queremos nascer novamente, voltar no tempo, queremos nos tornar seres humanos biônicos, esticados, siliconados e retos.
Meros mortais no desejo de serem eternizados, não através dos atos, mas pelos carros, casas e caras esticadas.
O SER se torna nada perto do que se pode TER.
A importância disso, desse TER que caçamos incessantemente, cai por terra no exato momento em que perdemos a pessoa mais importante da nossa vida.
É o momento em que nos arrependemos de cada palavra de carinho que não dissemos, do sorriso que não oferecemos, do telefonema que não fizemos, do beijo que não sentimos e do abraço que não foi dado.
A morte é o único despertador capaz de nos libertar dessa fissura chamada rotina.
A saudade é a única herança que levamos conosco, de pessoas que aprendemos a amar e que por um capricho divino, nos deixam, fazendo-se cumprir um ciclo, uma missão ou um ensinamento.
E no final da estória, aprendemos que o nosso TER são as pessoas que passam por nossas vidas e que sem elas, não há como SER.
Hoje, desejamos tê-las, com rugas ou não, queremos apenas, voltar no tempo, só para ter a pessoa que amamos de volta. Volta!
segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Não é justo invadir assim, um sonho meu.
Bom e você dava o tom, tudo ficaria bem.
Escutei: volta!, vamos em paz ficar?
Era só meu, era só meu.
Abraço forte, tudo tão calmo, tudo tão nosso.
Agitada, abalada, acordei, era tudo verdade?
A sensação do abraço ainda presente, você também sente, Que não é justo?
Naquela manhã, te ver passar. Um “Oi” , só para saciar a necessidade de estar, perto, mesmo longe.
Bem me quer ou não, sentir ou pensar, eu desejava te ver passar.
Nó na garganta e achei que fácil fosse, mas das emoções e lágrimas,
não tenho mais controle.
Saltam aos olhos, algo emergencial e necessário.
O que fez comigo em sonho ou acordada eu estava?
Mas não, não é justo, invadir assim um sonho. Ele era só meu.
(Texto escrito há muito tempo atrás)
terça-feira, 7 de setembro de 2010

Seu sorriso franco e timido,
Olhar além e invasivo,
Em um belo domingo, te conheci.
Conversas sem hora para acabar, e a vontade era apenas de estar,
perto, junto, mesmo com o peso nas costas.
A vontade crescia e eu só queria esperar, até o proximo domingo para encontrar.
O tempo apasiguou as coisas, mas a vida não cansa de lembrar,
Te via passar, já sabia que não poderia escapar, e enfim aconteceu.
Olhando os emails no computador, em um dia, nublado, eu pintava de cor, o que era sempre cinza.
Sua respiração candenciada, no teu peito eu me encontrava.
Encontrava a paz que eu tanto preciso e foi para mim como um abrigo,
que me protegia e me amava.
Um beijo que me atiçava e um toque que arrepiava,
era tudo tão bonito e colorido, a paz era azul, Ah! Era tudo tão blue.
Em um dia nublado, Espera!
“Quem borrou a minha tela, quem manchou a nossa aquarela?”




